sexta-feira, 7 de março de 2014

21º DE 365 DIAS: O CARIOCA

Um lugar, cheiro ou gosto. Sempre tem alguma coisa que nos deixa com saudades, ansioso para voltá-lo a sentir novamente. Foi essa vontade que me fez voltar à Paraty, tanto pela cidade com as pedras centenárias quanto a culinária do local. Aproveitei e fiz algumas compras por lá. Mesmo com a chuva, o lugar continuava encantador. Depois, como de costume, fui me hospedar no meu hotel favorito, em Angra dos Reis, claro.






Nessa minha volta de Paraty, conheci um carioca que estava na cidade há uma semana e que desde minha última ida para a cidade estávamos tentando marcar algo. Ele, como todos os outros, acabou me achando marrento, dizendo que eu merecia levar uma porrada na cara por ser assim. Ele diz isso, pois estávamos marcando desde o último dia em que fui lá (esta semana, dia 01/03), e acabou não dando certo por ele arrumar empecilhos de não me encontrar, acabei dando meus “chiliques” e me irritando, e quando isso acontece, acabo sendo ignorante. Ele começou a arrumar um monte de desculpas, percebi que estava mentindo e isso me incomodou muito, ainda mais por eu ter ficado certo tempo o esperando, e nada. Ontem ele acaba decidindo ir me ver, e como ainda estava puto com ele, acabei sendo curto e grosso (muito grosso), e foi daí que surgiu a vontade de ele me bater. Totalmente diferente do que eu esperava, ele é bem agradável. Não é novidade, ainda mais se tratando de um carioca. Ficamos conversando e planejando um local para ficarmos, pois no hotel onde eu estava e na casa de seu primo (onde ele estava) não daria para ficarmos.  Mais uma vez o mar serviu de testemunha para meus encontros secretos, ou quase, pois enquanto estávamos caminhando pela calçada da praia, ele não se importou em me abraçar e beijar, mesmo tendo um pequeno grupo de pescadores de longe. Confusão com ele eu sei que não iriam arrumar, pois ele além de carioca, é todo malhado, puro músculo.  Difícil alguém querer comprar briga com ele.
Lado Bom: Ficamos atrás de uns barcos, de frente pro mar, onde acabei indo pela segunda vez. Lugar usado não só para sexo, mas por maconheiros de plantão. De ativo e dotado, ele acabou cedendo e me dando sua bundinha. Toda durinha, redonda e grande. Momentos rápidos, mas que foram bons.
Lado Ruim: Queria ter passado à noite com ele, mas como estava na casa dos outros, ele não poderia.


A única coisa chata desta viagem foi uma situação que aconteceu no hotel que eu estava. Como tinha chegado tarde, o cara que fica na recepção acabou dormindo. Era 1 da manhã quando estava batendo na porta para que abrisse pra mim, e nada de ele acordar. Fiquei mais de 40 minutos esperando e batendo na porta, até que tentei ligar para o hotel, onde por “sorte” o telefone estava dando linha ocupada. Estava com fome, cansado e não sabia o que fazer. Acabei mandando mensagem para outro recepcionista (que acabei fazendo amizade) para ver se podia me ajudar, mas como estava tarde (e ele de folga), ele devia estar dormindo. O jeito foi ligar para a matriz do hotel e pedir que ligassem para onde eu estava hospedado. Sei lá, eu achei que tivessem outro número que eles pudessem estar ligando ou algo do tipo, só que, não. Liguei e o rapaz da matriz diz que iria ligar para o hotel. Como ele não deve ter conseguido pelo telefone está sem linha, ele saiu da matriz (é quase perto) e foi me socorrer. Eu achei que ele tinha alguma chave reserva onde fosse abrir pra mim, mas não. Ele chega esmurrando a porta com agressividade e na mesma hora o recepcionista acorda. Como não bastasse, o cara acaba dando a maior bronca no recepcionista, e me deixando sem graça por criar esta situação. Mas não foi por mal, eu juro. Não queria prejudicar ninguém.


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