quarta-feira, 2 de julho de 2014

65º A 71º DE 365 DIAS: O DIÁRIO DO GAROTO DE PROGRAMA



Depois de descobrir que andar de avião além de rápido é muito mais prático, não quero mais perder tempo gastando horas em conduções terrestres. Na minha volta de Salvador eu fiquei meio aterrorizado, pois peguei turbulência e, isso me deixou assustado. Chegando ao Rio, não queria ir pra Resende logo de cara, então, recebi o convite de estar voltando para Arraial do Cabo, onde me identifiquei com o lugar. Ontem meu dia foi bem movimentado, com muita gente me procurando. Vendo minha situação nesses dias de Copa, fico imaginando como garotas e garotos de programa conseguem sofrer com a “crise” (falta de clientes) nesse período, sendo que, eu estou me saindo muito bem.

O primeiro que me procura eu tive a certeza de que estava com má intenção. Ele estava muito agitado, não parava quieto e só reforçou a ideia de que estava drogado ou algo assim. Vai ver era perturbado mesmo. Só tocou uma punhetinha rápida e logo foi embora. Não entendi nada, pois ele parecia estar fugindo de alguém. Muito suspeito.

O segundo tinha uma bunda maravilhosa. Moreno, barba desenhada, só não beijava bem, mas era gostosinho do mesmo jeito. Ele estava em seu horário de almoço quando me procura, mas acabou não rolando sexo, foram mais sarros, beijos e chupadas.

O terceiro eu quase dispensei. Eu achei que fosse menor de idade, pois seu corpo magro e jeito de criança me fez pensar que tivesse seus 15 anos. Quando pergunto sua idade, ele me diz ter 32. Uau, parabéns! Muito conservado pra idade dele. Magrinho, mas com pica grande e grossa. Mais um que vem ao meu encontro, mas sem poder demorar. Acaba me dando seu pinto pra chupar e, na quinta sucção ele acaba gozando na minha boca. Um jeito meio que tímido, sempre de cabeça baixa, sem coragem de me olhar nos olhos. Acho que devia ter algum defeito em seu rosto, pois ele mal olhava pra mim.

O quarto foi um coroa, não daqueles que fazem o meu tipo, mas que me conquistou no boquete. Parecia sem dente, pois meu pinto deslizava tão gostoso em sua boca que acabei gozando rápido. Eu tentei comer sua bundinha, mas ele disse que iria me sujar, então, mudei de ideia. Ele resolve marcar comigo novamente, mas me pede que eu não goze, pois quer experimentar meu gozo, mas com fartura. Ele perguntou se eu jogo bola, achou minhas pernas muito grossas. Ele jurava que sou usuário de drogas. Eu disse a ele que já havia gozado antes, com isso, ele acha que sou “rocheiro”, pois só assim pra ter conseguido gozar outra vez com ele. Até cheiro de cigarro ele sentiu, e olha que eu nem fumo.

O quinto e sexto foram dois desconhecidos que resolveram procurar mais um para sair a três, no caso, eu. Um negão gostoso, mas que fazia a linha passivo (que pena, pois sua pica era imensa), e o outro gordinho, que achei ser mudo, pois não abria a boca pra nada. Ah, foi legal brincar com os dois, ver o negão ser submisso e dar com vontade sua bunda ao gordinho. O único ponto fraco disso foi que, o gordinho não estava assim, tão cheiroso, sabe? Seu pinto estava fedendo a tudo de ruim, mas que mesmo assim, o negão acabou caindo de boca, sem se incomodar com o mau cheiro. Depois que o negão goza, acaba me deixando sozinho com o gordinho, mas na boa, se ele esperava que eu caísse de boca naquilo, se enganou. Fiquei na punheta, mas não o chupei.


O sétimo foi um tiozinho que já era do jeitinho que gosto, tirando apenas a parte de ele falar mole e ter o pinto muito, mas muito pequeno. Não ficamos nem 10 minutos juntos e ele já goza. Ai, eu não consegui chupá-lo, fiquei com nojo de colocar aquela miséria na boca. Não desmerecendo o pobre coitado, mas é coisa da minha cabeça. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Fala que eu te escuto