quinta-feira, 10 de julho de 2014

MELHORES MOMENTOS

Sempre tem algum momento que a gente nunca esquece. E das minhas viagens, tive vários inesquecíveis e que não cheguei a dividir com vocês, por falta de tempo.

Como eu já havia avisado a cidade de Arraial do Cabo de que estaria passando um tempo lá, vários casados da região me procuraram para um encontro íntimo e discreto. Sabendo que moro em outra cidade, eles sentem mais segurança, pois sabem que não vou os chantagear ou ameaçar contar para sua esposa.  O Miguel queria realizar sua fantasia de transar na praia, então, não vi problema em fazer o que ele queria. Ele estava por lá a passeio, vindo de Recife. Nos encontramos nas dunas de Cabo Frio, onde ele me arrasta para um canto da praia e que parecia conhecer muito bem. Não sou famoso, mas não sou desconhecido. Ele insiste em tirar fotos minhas para guardar de recordação. Não deixei, até que o pego de surpresa tirando foto com o celular escondido. Não gostei! Não sei se a intenção era guardar a foto por eu ser “famoso” (palavras dele) ou se era pra pôr em sua coleção, como muitos por aí tem. Rolou apenas sexo oral. Ele ainda estava de sunga e, com isso, acabei enchendo minha boca de areia enquanto o chupava, pois as minhas mãos estavam sujas e quando segurava seu pinto, acabava sujando ainda mais.

A praia, pra quem não sabe, tem vários tipos de pessoas, vários grupos que ficam em pontos diferentes com suas tribos. Os grupos são: Os das famílias, os dos surfistas, dos drogados, dos ativos sexualmente, gringos, farofeiros e dos gays. Quando se caminha por ela, você acaba passando por todos os grupos. Na volta, depois de sair com o Miguel, acabei passando pelo grupo dos drogados, onde de longe havia visto a brasa de seu cigarro aceso. Já estava escuro, mais fácil pra não serem vistos fumando. Mas o cheiro condena. Passo por um deles que ainda fumando, começa a se insinuar alisando seu pinto, me puxando pelo braço e me levando para outro canto da praia. Foi mais um boquete realizado com sucesso com direito a gozada no rosto no fim. A única coisa chata foi ficar sentindo o cheiro de maconha que ficou impregnado nele e que acabava me alisando e passando o cheiro pra mim.

Ainda na praia, mas me preparando para ir embora, chego até um local onde é o segundo lugar de pegação da cidade. São árvores que acabam se juntando e formando tipo uma cabana, com uma pequena entrada pra ficar no meio dela. Ali dentro, chega a se reunir sete pessoas para a mesma finalidade, tanto que, em volta dela, do lado de fora, está cheia de pessoas a fim de serem convidadas a entrar. No caminho conheci o Quero-quero (o apelidei assim, pois a todo o momento ele me fala “te quero”). Acabei ficando com ele, onde passamos horas nos curtindo.

A moral da história: No fim de tudo, acabei saindo com ele todos os dias, e chegou ao ponto de ele levar minha roupa pra sua casa para lavar e, no dia em que dormi com ele, até café na cama eu ganhei. Muito atencioso, carinhoso e que me conquistou fácil. De certa forma, dos cinco dias que ficamos juntos, foram cinco dias com ele cuidando de mim e também me levando pra conhecer alguns cantos da cidade que eu ainda não havia conhecido. Pra se ter uma ideia, estamos nos falando todos os dias, com ele sempre atencioso em querer saber como passei o dia no trabalho etc... Foi a melhor pessoa que conheci nas minhas viagens, mas que ainda não sabe o que faço pra ganhar a vida, pois na hora em que nos conhecemos, eu não estava de serviço haha.


Um comentário:

Fala que eu te escuto