domingo, 13 de dezembro de 2015

MEU ANGELICAL TOUCH



Não é novidade que em todo lugar que eu passe, eu acabe conhecendo pessoas interessantes (ou não). Em Aracaju não foi diferente quando visitei o lugar pela primeira vez. Não tinha intenção alguma em ficar na cidade, estava mesmo era de passagem, mas depois de andar pela orla, acabei me encantando pela cidade e conhecendo muitas pessoas. Acho que é coisa de pele, tesão, não sei. Todos com quem tive contatos sempre diziam a mesma coisa: “que alguma coisa em mim chamou a atenção” e que despertava o interesse neles. Vai ver deve ser o meu angelical touch (toque angelical).

  • O primeiro delas foi o peão, o chamo assim, pois ele é daquele tipo de cara que adora fazer rodeios e no fim, mostra ser a mesma merda que eu tinha pensado que era. Ele chega doce, muito educado, dizendo ser o homem certo pra casar. Claro que não acreditei nesse papinho besta e sabia que sua intenção era somente sexo (e a minha também). Não entendo porque as pessoas fazem rodeios, ao invés de chegar e dizer: “só estou aqui pra sexo, sem compromisso. Gozou, acabou”, eles fazem o maior drama, inventam uma história de amor nunca existente pra que assim, ganhe o coração e faça com que o outro pense que seria o homem perfeito. Bom, com relação a isso estou vacinado. Não demorou 1 hora e ele já se mostrou ser exatamente o que pensei, um zero a esquerda.
  • O Ju foi um que soube (mais ou menos) ser educado por mais tempo. Nos conhecemos na rua, com ele me chamando para bater papo. O que me incomodou nele (além do jeito super afeminado), foi que em todo o momento quando ia me dizer algo, ele falava comigo na forma feminina, sempre dizendo: “menina, nem te conto”. Aff, assim não rola!
  • O negão já era um coroa que jura ser um garotão. Tá certo que o volume em sua cueca andando pela praia poderia estar dizendo que ali tinha um grande brinquedo, mas de cabeça, coitado, era só mais um infeliz. Ele só estava querendo somar em sua coleção, quantas bocas iria lhe chupar nesse dia. Pelo menos já foi direto, dizendo (na verdade demonstrando) que queria somente pegação. Acabei o deixando sozinho, pois ele me lembrava de meu pai (eu sei, que nojo lembrar do pai nessas horas) e tinha um papo que me dava sono.

Olha, eu poderia passar noites falando de casos de pessoas que cheguei a conhecer, mas neste exato momento, enquanto escrevo, coloquei no repeat a música de Alphaville - Big In Japan, e está tão gostoso ficar assim, que chega a dar preguiça de falar de pessoas não tão importantes pra mim.



O vídeo chega a ser uma das músicas que me faz lembrar de quando me dizem que tenho um toque especial. 


Um comentário:

  1. Definiu bem e em uma só palavra um tipo de homem que é bem comum, o PEÃO. Já esbarrei com muitos, e ainda me deixo enganar. Infelizmente sou muito carente e fogoso e cadê vez mais tenho buscado os serviços de garotos de programa. A decepção só fica por conta de alguns desempenhos ruins. Um abraço, Júnior.

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