quinta-feira, 1 de junho de 2017

POBRE MENINO RICO

Outro dia conversando com um dos meus seguidores do Instagram, ele me revelou algo: “Eu achei que você fosse nojento por ser riquinho, mas você é muito legal. Gostei de você!”.

Fiquei feliz por ter gostado de mim, mas espantado por achar que sou chato por ser “rico”.

A pessoa que me vê pela internet conhece mais o meu lado glamouroso onde tomo champanhe, viajo pelo mundo, ando de iate e gasto milhões em roupas. Mas o que eles não sabem é que no meu dia a dia eu faço coisas simples que muitos não acreditam como andar de metrô (coisa que eu amo fazer), comer arroz e feijão que é a coisa mais gostosa do mundo pra mim, adoro refrigerante e tomo quase 2 litros por dia e também compro roupas em Outlet (mas não dispenso a nova coleção), pois as roupas estão bem mais baratas (até o mercado de brechó chique, com as maiores grifes internacionais está crescendo muito no Brasil, só ainda não comprei nestes brechós rs).


Foto do meu Instagram:

Acima eu com 7 anos de idade (pobre) em um ribeirão da cidade de Arapeí. 
Abaixo eu já estou em Angra dos Reis, quase 20 anos depois  (rico)  indo andar de barco.  


Eu quando digo que sou rico, é uma forma de ironizar minha vida antigamente. Pra quem morou na rua e hoje tem um teto, acho que posso sim me considerar rico e vitorioso.  

Tenho amigas que são ricas e gostam de gastar muito dinheiro para fazer bonito para outras pessoas e não por uma realização própria. Se vestem e comem para agradar os outros e não perderem a pose. Isso eu já considero desnecessário e fútil.

Hoje tenho sim condições de gastar e esbanjar com coisas supérfluas todos os dias. Gosto muito do que é bom e tudo o que é bom custa caro, mas faço isso por mim, e não pelos outros. Sou louco por uma mala da Louis Vuitton (uns R$ 40 mil reais), tenho condições de comprar, mas não compro. Pois vai fazer falta, sim! O que eu quero dizer é que minha vida é comum e rico de verdade é a família das Kardashian ou a Paris Hilton. Estas sim são pessoas ricas e que gostam de ostentar.






2 comentários:

  1. Se a maioria dos garotos (as) de programa não usassem seu dinheiro para drogas, fazendo com que acabe com suas vidas, acho que a prostituição já teria sido legalizada há muito tempo.

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    1. Na verdade, a prostituição só não é legalizada no Brasil, pois eles veem como uma forma de escravidão e muitos acabam explorando mulheres e menores de idade para o trabalho.

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