02 janeiro 2014

ANGRA DOS REIS - A SAGA


Aproveitei o dia todo tomando banho na Praia Grande. Passei o dia todo na água e areia. O resultado agora é uma insuportável dor nas costas, devido à exposição ao sol. Eu me esqueci de usar o protetor.


É uma situação que eu sempre disse ser contra, mas que hoje, acabei entrando em contradição e cometendo este ‘’erro’’. Estava no cais do centro de Angra, numa tenda eletrônica que montaram, com um DJ que ainda estou tentando saber quem é. Acabei conhecendo o Teteu, que passa por mim me encarando. Jeito de menino, sua cara não escondia sua idade abaixo dos 18 anos. Fiquei parado o olhando de longe e esperando se aproximar. Depois de muito enrolar, ele chega perto e começa a conversar. Logo de cara perguntei sua idade. Ele me responde ter 17 anos. Isso pra mim ainda é considerado pedofilia, mas me coloquei no lugar dele na época quando eu tinha esta idade. Com o mesmo pensamento, queria ficar com os caras mais velhos e sentia um desejo enorme pelo sexo com outro homem. A diferença, é que hoje, quase que a maioria das pessoas se preocupam em não manter relação com menores de dezoito anos, coisa que antigamente, as pessoas que eu conheci não se importavam muito. Saímos e fomos ao porto aqui do centro, um lugar que vim há muito tempo, mas que conto em breve...
Lado Bom: Ele tinha 17 e, eu tenho uma sobrinha com esta idade (aproximadamente). Fiquei me perguntando dos caras mais velhos que também poderiam se envolver com ela. Fiquei com receio, medo. Afinal, não gosto de menores de idade e sempre condenei quem sai. A gente sentados conversando, ele se aproxima bem pertinho e me beija. Eu acabo revidando. Estávamos nuns bancos do cais, onde logo mais vi que, também era usado por usuários de drogas. Mudamos de lugar e acabamos indo para umas plataformas de madeiras onde os barcos ficam ancorados. Lugar bem mais discreto onde poderíamos ficar mais à vontade. Não passaram de uns três beijos na boca e beijinho no ombro. Estava tendo mais respeito por ele do que atração sexual. Ficamos sentados conversando e trocando contatos. Nada mais. Depois ele teve de ir buscar seu amigo que ele havia dispensado para ficar comigo.


Soube que os coreanos/chineses/japoneses tem certo preconceito com brasileiros (então pra que eles vêm morar no Brasil?). Logo após ter me encontrado com o Teteu, fui tomar suco num lugarzinho onde são coreanos (xingue lingue) que tomam conta. Nunca fui tão mal atendido em toda minha vida! Na mesma hora me perguntei: ‘isso por eles não gostarem de brasileiros?’. A menina por mais que se esforce no português, ela não sabia tratar e agir com educação. Menos ainda seus funcionários, que são brasileiros (juro!). Fiquei decepcionado com o atendimento no Pollato, no centro de Angra. Esperava algo melhor vindo deles.



Anterior Proxima Página inicial

0 Comentários:

Postar um comentário

Fala que eu te escuto