30 junho 2014

57º a 64º DE 365 DIAS: SALVADOR (PARA MAIORES DE 18 ANOS)




A pessoa que concorda em dizer que todo o baiano é preguiçoso, com certeza é alguém que não tenha a mínima ideia de como esse povo realmente é. O mal do brasileiro é criticar por que outro criticou. Fácil falar mal sem saber. Nesse período aqui em Salvador, fui tratado com muito respeito. Até mais do que o próprio povo da minha cidade me trata. Quando estava na praia, a menina responsável pelas cadeiras e mesas foi tão atenciosa que, faltou ela me carregar no colo e me sentar na cadeira, sempre me perguntando se precisava de algo. Quando disse a ela que estava com fome e queria ir até um restaurante, ela fez questão de me acompanhar até na porta do estabelecimento e ainda me pediu para tomar cuidado, pois a polícia tinha ido embora e os pivetes estavam nas ruas.
No restaurante, eu estava com os pés sujos de areia e pedi permissão para ir ao banheiro lavar meu pé. O garçom, na maior boa vontade, encheu um balde com água e ele mesmo lavou os meus pés.

Um povo muito acolhedor que sofre com comentários de outros lugares quando dizem que são um povo preguiçoso.

A pegação aqui é quente, afinal, todo o baiano é quente e sabe fazer gostoso. Um casal de amigos resolvem me procurar e marcar uma saída. Eles moram numa republica que eu apelidei de República Gay, pois todos os moradores de lá curtem outro cara. A ideia era de eu brincar apenas com os dois, e foi assim, pelo menos nos primeiros 10 minutos. A casa estava vazia, estavam apenas os dois, os outros tinham saído e com isso, aproveitamos para ficarmos à vontade. No começo brinquei com os dois, punhetando um, chupando outro e depois revezava. Quando estava agachado colocando os dois pintos na boca, de repente me aparece mais um do meu lado com o pinto duro pra fora em cima de mim. Na hora nem vi quem, só fui colocando na boca e sugando. Mas não ficou por aí, pois apareceu mais dois na hora, totalizando cinco caras a minha disposição. Percebi que a maioria dos baianos são dotados, mas dos cinco que estavam comigo, um deles era muito, mas muito avantajado e ainda tentava me forçar a engolir tudo, sendo algo impossível. Me diverti muito, aproveitei bastante e não ficou por aí.

Depois de terminado, resolvi dar uma volta pela cidade, mas dessa vez sem ser de táxi. Andei pelas praias próxima do bairro Parque da Costa Azul. Quando me aproximei perto das dunas que tem aqui, vi uma grande movimentação na praia, achei que pudesse ter acontecido alguma coisa, pois havia muita gente por lá. Me aproximei, o lugar era escuro, com um pouco de claridade que vinha da rua, mas ainda sim estava sendo ruim de enxergar alguém naquele lugar. Vi que ali tinha muitos gays, até que olho para trás e vejo duas meninas se beijando, quase que transando atrás de mim. Era praticamente uma orgia a céu aberto, mas eu não queria acreditar nisso, então, fui confirmar para um grupo que estava perto, e foi quando me disseram que eles se reúnem ali para “catação”. Tinha umas 120 pessoas na praia, todas andando pelas dunas de um lado para o outro, só esperando a oportunidade certa. O lugar serve de pegação há um bom tempo, e parece ser liberado, sem correr o risco de policiais chegarem e fazer graça.

Eu não estava acostumado com aquilo e resolvi descer pelas dunas e ver de perto o que rolava naquele lugar. Ali ninguém é de ninguém. É homem com homem, mulher com mulher. Todo mundo livre. Na parte debaixo, escondidos nas dunas, estava tudo liberado. Uns fumando maconha, outros se beijando e alguns se masturbando. Tipo, todo mundo que estava ali estava na ferveção. Estava só de olho, mas acabei sendo abduzido. Um rapaz que estava no grupo daqueles pra quem fui perguntar o que estava acontecendo ali me pegou, me puxou dizendo que me levaria para um lugar mais “discreto”. O lugar era a dois passos de onde estávamos, no meio de uma moita. Tipo, eu não queria nada com ele, até estava de olho em um e outro, mas ele atrapalhou. Bom, ele me puxa moita adentro e começa a me chupar. Não me excitei, pois não queria ficar com ele, mas deixei ele me chupar. Nisso, algumas pessoas se aproximam para nos ver e participar. Um deles (outro dotado) me inclina para que eu o chupasse, ou seja, eu estava sendo chupado e chupando.

Fiquei ali por um tempinho bom, observando várias pessoas transando nas pedras, perto do mar. Teve uns babacas metido a machão com garrafa quebrada querendo confusão com alguns travestis ali, mas são enrustidos querendo provar sua masculinidade.


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