sábado, 16 de agosto de 2014

77º DE 365 DIAS: FALTA PRATICAR NO BOQUETE




Madrugada de sábado, sem nada pra fazer, um frio de doer os ossos. “A fim de um programa?”, o cliente me convida. Aceitei. Seria o primeiro que atenderia no dia. Ele saiu de Volta Redonda, dirigiu sei lá quantos quilômetros pra vir aqui me ver. Quando chega nas coordenadas de meu endereço, o vejo usando uma bermuda florida e uma camisa do mesmo modelo. A próxima grande festa comemorativa seria o fim de ano, mas ele parecia estar preparado para o carnaval. Foi muito gentil comigo. Depois percebi que se tratava de um gringo. Educação me anima muito na cama, mas não impede que eu deixe de enxergar o que ele vestia. Estava feio. Foi doloroso ver aquilo. Não sei qual foi a façanha que ele fez, mas acabou quebrando uma garrafa de vinho que eu trouxe de Buenos Aires. Se desculpou, mas isso não traria meu vinho de volta. Pensei comigo. Ele pareceu estar nervoso, sem saber exatamente o que fazer com a língua quando tentava me beijar. Minha boca não é pequena. Mas agora errar e acabar passando a língua no buraco do nariz, me pareceu inexperiência demais! Naturalmente as coisas foram ficando mais saudáveis e acabamos nos entendendo na cama. Não foi nenhuma grande descoberta, ou alguma posição estimulante, mas me diverti muito com ele. Nesse primeiro tempo, acabamos tendo nossa primeira gozada, com ele me penetrando.

Beijos estimula muita coisa, mas como ele (apesar da idade) estava em fase de aprendizado, demorei um pouco pra me reaquecer e ir para o segundo tempo. Em dois anos fazendo programa (é mais, só que começo a contar a partir de 2012), vi muitos me chuparem, mas poucos me proporcionarem prazer. Alguns machucam, e outros fingia que estava bom. Com ele, foi a tentativa mais patética de sexo oral que eu poderia estar recebendo. Ele era o “inexperiente”, mas foi eu quem acabou ficando constrangido por ele não saber chupar um pinto. Mesmo tendo um membro entre suas pernas, ele parecia não saber o que era e menos ainda da dor que qualquer dente causaria naquela região. Coloquei seu pinto na boca e mostrei a ele como deveria me chupar. Aproveitei que estava com a mão na massa, e dei uma raspada com os dentes em seu pinto, para que ele sentisse a dor (e raiva) de levar uma mordida. Acho que depois dessa, ele deve tomar mais cuidado e se empenhar mais em chupar uma piroca. Acabou sendo sua gentileza e delicadeza nas palavras que me reanimaram novamente. Deixamos o oral de lado e acabamos indo para a penetração. Cochilamos, conversamos, nos beijamos. Poderia ter sido melhor, mas a falta de prática  dele não seria resolvida numa noite comigo e, menos ainda teria tempo para ensiná-lo. Foi bom enquanto durou, mas acabou. Adeus!


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