segunda-feira, 11 de maio de 2015

"CHEGAY" EM NATAL - NORDESTE


Ufa, que canseira! Cheguei em Natal ontem à noite. Saí de Porto Seguro, fui pra Resende trocar de mala e viajar dia seguinte. Acabei me hospedando no Vila Rica Flat, em Resende, pois eu precisava descansar e minha casa está passando por reforma. Gente, que atendimento gostoso eu recebi lá! Todos do Vila Rica muito bem educados e preparados para atender. Bem diferente de Porto Seguro. Enfim, são águas passadas e agora é novo rumo.

Como cheguei aqui em Natal tarde, não teve como aproveitar muito do lugar. Acabei indo jantar num restaurante de frente a orla de Ponta Negra e depois fui caminhar pela praia. Estava caminhando até chegar num ponto escuro da praia, onde vi pouca movimentação de pessoas e já tinha ouvido rumores de assaltos. Estava andando bem próximo do mar, quando vi um paredão do outro lado da areia e algumas sombras. Fiquei cismado, pois só conseguia enxergar um vulto, mas sem pessoas. Cheguei perto pra ver, e tive uma surpresa. Era um ponto de encontro gay, as pessoas ficavam ali fazendo “ponto” esperando pra abater ou serem abatidos. Assim que passei perto, chegam alguns em cima de mim. No fim das contas, havia saído com umas cinco pessoas ao mesmo tempo.

Praia de Ponta Negra 
Primeiro fiquei com um que, não me recordo o nome, mas não é um nome convencional. Ficamos nos agarramos e quando olho para o lado, aparecem mais dois amigos.

Estes dois amigos eram bem gostosos. Um era todo malhado, bunda grande e marca de sunga. O outro era magro, mais simpático e pauzudo. Claro, fiquei com os dois, mas dei preferência ao pauzudo, que soube me excitar mais. Ele queria me comer, mas não rolou. Não fui preparado. Ele não se importava, mas eu sim.

Depois chegou um esquisito. Não entendi qual era a dele, que chega e me coloca pra mamar, mas depois vai embora, pois seu namorado foi buscá-lo. Confuso isso!

E também conheci mais um que não tinha o nome comum por aqui, mas este acaba sendo especial. Ficamos agarrados nos beijando na praia como dois namoradinhos. Ele é forte, malhado, disse ter gostado de mim. Me pega no colo, me beija, aperta, morde e acaba descobrindo meu ponto fraco: passar o dedo no umbigo. Odeio! E o sotaque, muito engraçado. As pessoas daqui são muito especiais, tô curtindo esta cidade, e hoje tem mais.


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