27 setembro 2013

PSICOSE DE UM GAROTO DE PROGRAMA


Eu, Hiago Waldeck, fiquei esperando a semana inteira (praticamente) ansioso para vê-lo, matar a saudade e o desejo de sexo que acabei tendo por ele. Só que às coisas não saíram do jeito que eu esperava. Estar com ele é bom, divertido, mesmo que "briguemos" e discutimos boa parte do tempo com coisas bobas, rola sentimento de carinho e um amor que me faz querer cuidar. Estava me sentindo muito excitado, sentindo falta de seu sexo, até que comentei meu desejo de estar com ele. Primeiramente, fiquei feliz que veio me ver e passar a noite comigo, mas não nego que pensei no sexo que poderia ter feito com ele. Não é prioridade, mas pra quem esperou tanto por isso, seria quase um prêmio. Não rolou o que eu esperava, logo após deitarmos e ficarmos abraçados, ele vira e dorme. Juro, fiquei o alisando na intensão de acordá-lo, mas não adiantou. Só não fiquei com mais raiva, porque ele antes de dormir me disse: "senti saudades". Passei a madrugada toda acordado, por alguns momentos irritado por não ter tido relação. Foi a mesma raiva que sentia quando namorava antigamente e o meu namorado me negava sexo. Na verdade não é raiva, e sim decepção por esperar algo tanto tempo e não ter. Se fosse em outra época, eu teria saído na madrugada, deixado ele aqui em casa dormindo e ficaria com outra pessoa. Sim, com certeza faria isso.
Lado Bom: Ah, matei a saudade e aquela "carência" por não ter alguém do meu lado.
Lado Ruim: Esperar ir embora para poder me masturbar e matar meu tesão? Ah, na boa, eu não preciso disso! Na mão, da próxima vez, eu não fico. Até minha punheta saiu ruim, não gozei do jeito que eu queria, do jeito que me deixasse relaxado e satisfeito. Ainda estou com tesão, e ele não está aqui. O que fazer? O jeito é atender o próximo da fila, porque gente a fim de verdade é o que não falta.


              



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