De garoto de programa criticado, passei a ser bem requisitado
para trabalhos sexuais e agora, até para ser dono de pequena empresa. O taxista
é alguém que soube das minhas idas e vindas dentro de um táxi. Eu senti que ele
veio até mim mais na intenção de me ganhar como cliente do que fazer sexo. E foi
mais ou menos assim. Ficamos bem íntimos. Ele soube me cativar bastante. Deixou
um pouco a desejar na hora do sexo, pois ele tenta me penetrar sem lubrificação
e acabou sendo um pouco desconfortável. Mas acabei gozando. Depois do primeiro
tempo, ele toma um banho enquanto o aguardava na cama, ansioso para mais uma
rodada de sexo. Não teve outra rodada. Ele falava de coisas sem a menor importância
pra mim, coisas que desanimavam. Papo vai, papo vem, ele toca no
assunto que ele queria chegar. Eu já estava vestido, esperando que me levasse
embora, quando ele começa a falar sobre sua ideia. Escrevi há um tempo que não tenho
carro, pois se eu fosse de ter, iria querer também um motorista. Sendo assim,
ando de táxi. Ele, com sua ideia brilhante, me ofereceu seu ponto de
táxi para trabalhar. Não que eu fosse sair por aí dirigindo ou sendo taxista,
mas ele estava a fim de me vender seu ponto, seu carro e trabalhar para mim,
sendo meu motorista particular e de quebra taxista. Achei a ideia boa, e o valor
que ele pedia bem em conta. Eu teria um ponto de táxi, alguém trabalhando pra
mim e de quebra, um motorista pra me levar aonde bem entendo. Mas passei a
bola. Mal tenho tempo de cuidar da minha rotina, minha vida particular, quanto
mais de um ponto de táxi, onde a responsabilidade será beeem maior. Iria ganhar
dinheiro com isso, até queria mesmo abrir um negócio, mas estava pensando em
algo aplicado na bolsa de valores ou algo parecido. Resumindo: algo fácil. De complicado
já basta eu! Hahaha.



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