DIA A DIA DE UM GAROTO DE PROGRAMA: BIG DOTADOS

Quando me mudei para Resende e comecei a me aventurar com desconhecidos, nos três primeiros meses acabei saindo com no mínimo umas 400 pessoas. Logo depois acabei percebendo meu potencial em chamar a atenção dos outros e transformei isso em trabalho.

Já vi vários tipos de pênis, dos maiores, aos menores. Brancos, pretos e napolitano (com duas cores, preto em baixo e branco em cima). Foram tão poucos os dotados que eu tive a chance de conhecer que me lembro bem de todos que conheci.

Bêbado: Na época eu trabalhava na rua, parou um rapaz ao meu lado, mas logo dispensei. Depois de colocar seu pau pra fora e mostrar todo seu conteúdo, não há tesão que resista. Nessas horas acaba indo de graça mesmo.

Negão: Tinha no mínimo uns 25 cm e foi o único que não consegui aguentar. Mesmo lubrificando e tentando várias outras posições a dor era insuportável. O curioso é que depois dele, conheci outros com o mesmo tamanho e que não me machucou tanto.

Leitador: Gordinho e superdotado, pena que só gostava de sexo oral e esporrar meu rosto ou gozar na minha boca.

 Malandro: Ele tem pinta, jeito, atitude e todo o resto de alguém malandro. Era um monstro na cama e achei que nunca fosse aguentar aquilo tudo. Só que, além de dotado, era educado, carinhoso e muito cuidadoso. Fora o beijo grego que sabia fazer muito bem.

Big: O rapaz tinha 1,90 de altura. Com esse tamanho todo não podia envergonhar e ter um pênis pequeno. Que nada, era bem avantajado. Ele foi outro que chegou a ser cuidadoso comigo, mas quando você está com alguém que te proporciona muito prazer, tudo se relaxa e a dor fica para trás.


Eu nunca fui de me importar muito com tamanho, se grande ou pequeno. Como prostituto já conheci de todos os tamanhos e sabores. O único que realmente me deixava decepcionado (questão de gosto) são os finos ou os finos cabeçudos. Estes realmente não me despertava o tesão na hora do sexo oral.  




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