Estava fazendo uma pesquisa, quase que uma “matéria” para
uma suposta teoria dos nomes. É o seguinte. Muitos afirmam que, pessoas que
levam o nome de Henrique ou até mesmo Paulo Henrique, são pessoas que não
prestam, pessoas safadas, sabe? Andei pesquisando relacionamentos antigos e
cheguei à conclusão de que, é verdade, o nome realmente faz a personalidade e
quase que o caráter da pessoa (e que Henrique ou Paulo Henrique são pessoas
psicopatas).
Andei com uma campanha no Twitter #EuNãoGostoDeMarcelo, por
simplesmente ter conhecido vários "Marcelos" na vida e eles terem agido da mesma
forma sacana e sem noção comigo. Um dia, um conhecido me apresentou um Marcelo,
até brinquei com ele dizendo que chega de Marcelo, pois ele havia me
apresentado, antes desse, um outro cara com o mesmo nome. Vamos aos fatos que
me levaram a tirar estas conclusões.
Marcelo, pra que te quero?
O primeiro Marcelo:
Cara de bom coração, me ajudou muito quando precisei. No
quesito boa pessoa, ele ganha. O problema foi quando começou de mentiras pra cima
de mim, coisas que só descobria quando brigávamos (quase sempre) e sem querer
ele revelava o que tinha feito ou aonde foi sem me avisar. Sendo que pra mim,
dizia estar em casa.
O segundo Marcelo:
Jeitosinho, eu digo que ele é aquele feio arrumado, mas que
gostava e muito dele na época em que fomos namorados (ficantes, sei lá). Aquilo
que eu sempre digo: “quando falo estar apaixonado por alguém, pode ter certeza
de que, a pessoa não presta”. Nunca tive sorte e pra piorar, tinha que se
chamar Marcelo. Ele do nada sumiu da minha vida. Não atendia telefone e deixava
desculpas prontas com sua família, caso eu ligasse para sua casa.
O terceiro Marcelo:
Este já é bem mais bonito, simples e do jeitinho que gosto.
Desde nosso primeiro encontro, senti uma química boa, como se fosse algo que
iria durar por muito tempo. Ele parecia interessado e a fim de estar comigo, mas
com o tempo, ele foi dando “prioridades” a coisas na qual eu não estava
envolvido. Começou com mentiras pequenas até chegar ao ponto de eu me estressar
e ficar o tratando mal.
RESUMO: Percebeu a semelhança entre todos eles? Não?!? Todos
sempre agiram da mesma forma, ou seja, sempre mentindo e arrumando desculpas
para fazer outras coisas escondidos. Se o nome de Jesus tem poder, acho que Marcelo,
Paulo e Henrique também têm a mesma influência. Mas de uma forma
negativa.
Mas os “Paulos” também não ficam de fora nessa lista.
O primeiro Paulo:
Bonito, alto, branco e casado com uma mulher fantástica. Mas
nas horas vagas ele não dispensa uma pulada de cerca, sempre levando camisinha
escondida debaixo do banco do carro para que sua mulherzinha não descubra.
O segundo Paulo Henrique:
Professor em outra cidade, coroa sem charme e beleza.
Casado, com filhos e cheio de amantes por fora. Com ele é só pagando, pois o bicho
é feio!
O Henrique:
Estava apaixonado, mas cheio de preocupação com minha vida,
que na época, não andava fácil. Pedi a ele um tempo para eu me organizar e
resolver situações críticas que eu passava, incluindo problemas com grana e
alimentação. Ele não aceita esse “tempo” que pedi e me condena por recusar ser
seu namorado. Tempos depois, ele começa a namorar e a falar mal de mim para seu
namorado, que espalha a fofoca sobre eu ser garoto de programa e fazer ponto na
rodoviária. Nunca mais falei com ele. Ah! Ele quando me conheceu, estava namorando outro cara.
São três nomes de pessoas que já me envolvi e não deu certo.
Pessoas que, pra mim, não podem ter esses nomes, pois sei o resultado no final
de tudo. Como eu disse, Paulo Henrique e Henrique são os nomes mais comuns que
o povo diz ser de gente “tentada”, agora, Marcelo, eu acrescentei na lista por
experiência própria.